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Escritores da Liberdade

29 mar

“Se fosse por mim eu nem aparecia na escola, meu oficial de condicional me ameaçou dizendo que era a escola ou o reformatório, babaca, ele acha que os problemas que rolam em Long Beach, não vão me afetar em Winston. O infeliz não entende que as escolas são como as cidades, e a cidade como uma prisão, todas elas divididas em seções separadas dependendo das tribos. Tem o pequeno Camboja, o gueto, a ‘branquelândia’ e nós do sul da fronteira, ou pequena tihuana. As coisas são assim e todo mundo sabe. O negocio é esse: uma tribo tentando se apossar do território do outro e tomar o que não é dela.”


Ontem (28/03) Eu revi um filme que tinha assistido a um tempo atrás, o “Escritores da Liberdade”. É muito interessante quando se assiste ou lê algo outra vez porque nos dá uma certa riqueza de detalhes que não foi possível apenas no primeiro contato. E foi o que esse filme me causou. Eu sabia que era interessante, mas pude ter uma visão mais profunda sobre o assunto.

O filme é uma história real, que se passa em Los Angeles em 1992, e retrata a vida de adolescentes que convivem diariamente com o crime, com as guerras entre gangues e principalmente com a discriminação racial. Alunos de diferentes etnias, como sulamericanos, asiáticos e negros, tem uma guerra travada entre suas culturas, uma guerra que nem se quer sabem o motivo, é apenas tradição. Mas essa situação é revertida quando a professora Erin Gruwell (Hilary Swank) começa a dar aula pra esses adolescentes, usando um método diferente e sem apoio nenhum do restante do corpo docente, ela faz com que eles percebam o que tem em comum. Até então eles eram privados desse conhecimento e dessa possibilidade de poder pensar na situação, e ver o que estava errado. E fazendo isso eles puderam mostrar que eram sim capazes de mudar o rumo de suas vidas.

O filme é espetacular, e só assistindo mesmo pra se ter uma ideia completa do que é, porque é realmente um assunto muito amplo. A minha única decepção com a história foi que a senhora G, como era tratada pelos alunos, ao invés de permitir que os alunos continuassem sozinhos, pois ela só poderia dar aulas até o 2º ano, ela lutou pra conseguir continuar com eles até a formatura. Se ela os preparou, eles seriam capazes de continuar, ela não vai estar presente com eles pra sempre, era a hora de mostrar que eles podiam colocar essa experiência em prática. Mas fora isso a abordagem do filme além de muito interessante, é essencial. Recomendo que todos assistam, e eu acho que deveria ser obrigatório nas escolas.

Situações desse tipo são comuns todos os dias. Pessoas que se envolvem com o crime e com drogas, não tem oportunidade de se regenerar porque não encontram apoio, porque é uma parte que a sociedade rejeita, não aceita como igual e por isso piora cada vez mais. Discriminações raciais, étnicas e culturais acontecem na nossa frente e ninguém liga, porque é normal. Todos relevam porque é uma tradição, mesmo não sabendo o porquê dessa situação, as pessoas tratam como se fosse necessário, “faz parte”.

Não precisa ser assim. Mas a ignorância e a falta de interesse por mudar faz com que permaneça dessa forma, porque é cômodo, até o dia em que acontecer com você.

 

 

Por Rai Samara

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Blaving: A rede social de voz

26 fev

2 minutos pra falar ou 140 caracteres pra escrever?

Baseado na idéia de que “Falar é muito mais fácil que escrever”, a PMovil criou uma nova rede social que permite aos usuários compartilharem o que pensam através de mensagens de voz.

A rede se chama Blaving, não tem um significado específico para a palavra, mas vem da expressão “Blá-blá-blá” , falar muito. O Blaving tem praticamente as mesmas característica do Twitter, pois também é possível seguir os outros usuários, ou ser seguido, escolher seus favoritos, compartilhar usuários, entre outras funções.

Você pode acessar a rede tanto do seu computador, quanto do celular usando aplicativos para smartphones (iPhone, aparelhos com Android, BlackBerry ou com uso de Java). Basta acessar, escolher a opção gravar e pronto: você tem 2 minutos pra falar.

Se você gostou da novidade acesse o site da rede e experimente soltar a voz na WEB!!!  >> www.blaving.com <<

 

 

 

 

**Só pra constar: isso NÃO é um Publieditorial!!!**

Por Rai Samara

“Eu não tenho IPhone”

17 fev

Essa é pra quem recebe o salário citado no último post

 

Os Seminovos – Eu não tenho iPhone

 

 

Por Rai Samara

Twitter na Vida Real

14 fev

Já imaginou como seria o Twitter na vida real!?

Eu, sim!!! Na minha opinião seria muito esquisito ficar falando sozinho enquanto um monte de pessoas te seguem e comentam o que você fala!

Pensando nisso, o College Humor produziu um vídeo mostrando como seria essa situação no nosso dia a dia. E o Elcio Coronato, integrante do programa Legendários e ex-repórter da MTV, resolveu fazer uma adaptação dessa mesma história.

Vamos conferir então o “Twitter na vida real”

Elcio Coronato – Twitter na Vida Real

Assista também o vídeo original produzido pelo College Humor >>AQUI<<

 

{Considerações finais: Pensando bem, essas situações não são tão anormais! Já vi muitas delas acontecerem…}

Por Rai Samara

Faroeste Caboclo no Cinema

8 fev

Faroeste caboclo, escrita por Renato Russo, é uma das músicas mais conhecidas do Rock Nacional, e agora ganha a sua versão nas telonas.

A adaptação é dirigida por René Sampaio e tem o roteiro de Marcos Bernstein e Victor Atherino.

A lista dos protagonistas já foi selecionada, e dentre eles estão: Fabrício Boliveira que vive João de Santo Cristo, Ísis Valverde é Maria Lúcia e Felipe Abib interpreta Jeremias.

E se você quiser, ainda tem uma vaga para uma participação especial no filme! Para participar basta enviar um vídeo de até 30 segundos com o desafio: convencer Maria Lúcia a não abandonar a festa.

Os seis melhores vídeos serão colocados em votação popular, e o vencedor integrará o elenco por um dia nas filmagens que serão feitas em Brasília, e o melhor: COM TUDO PAGO! (eu não vejo muita vantagem, porque eu só ganharia a pasagem do metrô, já que eu moro aqui…¬¬’ ) O prazo de envio dos vídeos termina no dia 27/02.

Para obter mais informações acesse >> www.faroestecaboclo.com.br/casting/

 

Play Now… FAROESTE CABOCLO

 

Por Rai Samara

Minha mãe não deixa não

3 fev

Todo mundo conhece aquela musiquinha irritante que não sai da cabeça de quem ouve ♪…Vou não quero não, posso não, minha mulher não deixa não, quero não posso não… ♪

LEMBROU!?!

Pois é, o caso é que o refrão tão conhecido dessa musica é nada mais nada menos que o plágio do refrão de uma música infantil chamada “Minha mãe não deixa não – OBDC” da Turma do Zé Alegria, que foi gravada em 2004 e registrada em 2006 na Fundação Biblioteca Nacional.

Mas apesar de irritante, plagiada e sem noção, eu me acabo de rir com essa música…. Sério mesmo!!!(kkkkkkkkk)

Pra quem quiser conferir, essa é a versão original:

 

Por Rai Samara

Estudante se revolta com o SISU

2 fev

O vídeo é apenas uma adaptação da reação de um aluno ao tentar se inscrever nas bolsas do governo através do Enem. Mas serviu como uma forma de protesto, porque apesar de ser uma reação exagerada, eu tenho certeza que muita gente passou tanta raiva quanto esse garoto.

CER-TE-ZA!!!! hahahahahahaha

Por Rai Samara

“WE R WHO WE R” Paródia sobre “Astrobiologia”

1 fev

“Nós estamos sozinhos no universo?”

Para responder a essa pergunta que a muito tempo cerca a nossa civilização, a Jank resolveu produzir um vídeo que envolve as pesquisas realizadas sobre a “vida extraterrestre”.

E para que isso se tornasse mais interessante, a Jank utilizou o hit “We r who We r” da Kesha , fazendo uma paródia sobre Astrobiologia, que além de educativa também é super divertida, na intenção de mostrar que a ciência também pode ser “cool”, “hip”, e “sexy”.

Então confira:

“WE R WHO WE R” Parody – Astrobiology by Jank

 

Por Rai Samara

Enquanto isso no YouTube

30 jan

Haha!!! Eu me acabo com essas coisas. Repórter sofre viu!?!

Agradecimentos ao YouTube que nos proporciona esse entretenimento através da vergonha alheia.

Por Rai Samara